sexta-feira, maio 29

2ª Campanha "Padrinhos do Futuro" já iniciou! Participe!


A Gazeta Verde está apoiando fortemente a 2º Ação entre amigos "Padrinhos do Futuro". Você conhece essa ação?


Iniciando em 2014, o Padrinhos do Futuro,  arte sócio-cultural,  não é uma associação, fundação ou ONG, é sim uma Ação Entre Amigos sem fins lucrativos que pretende garantir a educação digna para um grupo de crianças no interior do Ceará.

Como isso se deu? Quando soubemos que crianças de um povoado no interior do Ceará, no povoado de Mergulhões dos Guias, um vilarejo de Itapipoca, as crianças fazem suas lições escolares à lápis para que, ao final do ano, possam apagar tudo para então reutilizar os cadernos (??!?!?!). Quando soubemos disso nos partiu as almas. Resolvemos que isso não poderia continuar acontecendo! Fizemos o levantamento de quantas crianças estão em idade escolar primária lá e chegamos ao número de 40 crianças.  Resolvemos que iríamos em uma ação entre amigos fazer 50 kits com material escolar básico para envio no final desse ano para a região. 

Entendemos que essas crianças não devem passar por isso novamente, "apagar o conhecimento escrito" deles não mais.

Conseguimos com a ajuda de muitos amigos e algumas empresas e o apoio da A Gazeta Verde os 50 kits para uso do primeiro semestre de 2015, mas seria muita crueldade ter um semestre e depois voltar a não ter, por isso essa ação tem de se perpetuar.

Convido você a participar dessa 2ª Ação, adotando alguma "cota" descrita no blog e disponível no site de finaciamento coletivo Catarse, e não mais permitir que isso precise acontecer novamente para essas crianças.



O objetivo é completar 45 kits com:

3 cadernos universitários 100fl
2 canetas
3 lápis
2 borrachas
1 apontador

1 régua 30cm
1 cx de lapis de cor 12unid
1 edição passatempo lúdico de educação ambiental da Turma da Trilha da Mata
1 mochila de lona emborrachada

Participe em breve dessa Ação doando pela página da Campanha no Catarse.

Toda prestaçao de contas, fotos da campanha anterior e acompanhamento dessa campanha nesse link

A Gazeta Verde Apoia!!

sexta-feira, maio 1

Avistar Brasil 2015 irá pousar no Butantan

Imperdível! Entre os dias 15 e 17 de maio, o Avistar Brasil 2015 irá pousar aqui no Butantan. A décima edição do encontro de especialistas em aves será gratuita e terá exposições, shows, palestras, oficinas, caminhadas de observação e muito mais. Confira a programação completa dos três dias de evento aqui:http://www.avistarbrasil.com.br/agenda15 e#vemavistar!

AvistarBrasil - X Encontro Brasileiro de Observação de Aves é um evento gratuíto e aberto e conta com uma diversificada programação que inclui exposições, shows, palestras oficinas e feira. Está aberto das 08h00 até as 17h00. Verifique aprogramação e participe! Feira, Oficinas, Exposições, Passarinhadas e outras atividades são abertas e não precisam de inscrição. Para participar das Palestras do Congresso Avistar faça aqui sua inscrição

segunda-feira, abril 27

Criada primeira folha artificial, biologicamente ativa, que realiza fotossíntese.

Criada primeira folha artificial, biologicamente ativa, capaz de fazer fotossíntese, tornando possível o sonho da colonização espacial.

Artista desenvolveu uma funcional folha artificial que absorve a água e dióxido de carbono para a produção de oxigênio, assim como folhas naturais.

O novo material poderia fornecer uma fonte constante de oxigênio para os seres humanos em longas missões no espaço e até mesmo nos ajudar a colonizar novos planetas.
Julian Melchiorri afirma que as folhas também poderiam transformar a vida na Terra como a conhecemos, porque os edifícios poderiam ser revestidos com o material, oxigenando as casas e as áreas urbanas poluídas.
O estudante de pós-graduação do Royal College of Art, disse à revista Dezeen, que a Nasa está pesquisando maneiras de garantir um suprimento de oxigênio em viagens longas, para que as pessoas possam viver no espaço, mas que as plantas não crescem em gravidade zero. "Este material pode nos permitir explorar o espaço muito mais longe do que se pode agora", disse ele.
Melchiorri, que vive em Londres, estava trabalhando em sua folha, enquanto cursava sua pós no Curso de Inovação de Design e Engenharia, na RCA, e colaborou com cientistas do laboratório de seda da Universidade Tufts, em Massachusetts para a engenharia do material.
Ele é constituído de cloroplastos de células vegetais que são suspensas numa teia de proteína de seda. A proteína é extraída a partir de fibras de seda natural. "Este material tem propriedades surpreendentes, capazes de estabilizar moléculas", explicou ele em um vídeo.

Melchiorri afirma que ele desenvolveu o “primeiro material fotossintético que está vivendo e respirando, assim como uma folha”. Assim como folhas reais, o novo material necessita de uma pequena quantidade de água doce e luz para produzir oxigênio, ambos elementos que ainda precisam ser descobertos em outros planetas para que os humanos possam chamá-los de lares.
De acordo com o artista, o material consome pouca energia e, como resultado, a incorporação dele em edifícios modernos, para absorver dióxido de carbono, seria uma função útil, revestindo fachadas e sistemas de ventilação. “Você pode absorver o ar de fora, passá-lo através destes filtros biológicos e, em seguida, trazer ar oxigenado dentro”, explicou.
Melchiorri tem criado abajures feitos com o material. A luz da lâmpada promove a energia necessária para que ocorra a fotossíntese.

Fonte: DailyMail / Dezeen Foto: Reprodução / DailyMail via Vimeo

Cerca de 800 mil crianças forçadas a fugir da violência na Nigéria e região

Dacar/Nova Iorque, 13 de abril de 2015 – Cerca de 800 mil crianças foram forçadas a abandonar as suas casas por causa do conflito no Nordeste da Nigéria entre o Boko Haram, forças militares e grupos civis de autodefesa, segundo novo relatório do UNICEF publicado nesta segunda-feira.
Divulgado um ano após o rapto de mais de 200 alunas em Chibok, Missing Childhoods(Infâncias Perdidas) revela que o número de crianças que fugiram para salvar a sua vida no interior da Nigéria, ou atravessando a fronteira com o Chade, o Níger e Camarões, mais que duplicou em menos de um ano.
"O rapto de mais de 200 meninas em Chibok é uma das inúmeras tragédias que vêm se reproduzindo numa escala gigantesca na Nigéria e região", afirmou Manuel Fontaine, diretor regional do UNICEF para a África Ocidental e Central. "Um grande número de meninas e meninos estão desaparecidos na Nigéria – raptados, recrutados por grupos armados, atacados, usados como armas, ou forçados a fugir da violência. Eles têm o direito de recuperar a sua infância".
Esses números surgem no momento em que o UNICEF chama atenção para o impacto devastador do conflito sobre as crianças em toda a região por meio do uso da hashtag #bringbackourchildhood (devolvam nossa infância).
Como parte desse movimento, o UNICEF está  usando Snapchat (username: unicef) – uma plataforma social onde as mensagens desaparecem – para destacar a situação das centenas de milhares de crianças que estão perdendo suas infâncias, como resultado do conflito.
Para contar as histórias das crianças que fugiram da violência, UNICEF e artistas de destaque da Snapchat vão partilhar imagens baseadas em desenhos de crianças na Nigéria, no Chade, no Níger e em Camarões. Os trabalhos artísticos refletem aquilo de que as crianças sentem falta das suas casas e as feridas emocionais e o sofrimento que suportaram, incluindo assistir ao assassinato, tortura ou rapto dos seus pais e irmãos.
O público será também convidado a partilhar aquilo de que sentiria mais falta se fosse forçado a deixar as suas casas – quer na Snapchat, quer noutras redes sociais usando a hashtag #BringBackOurChildhood.
Missing Childhoods descreve como o conflito está afetando duramente as crianças na Nigéria e em toda a região em múltiplas vertentes:
  • As crianças estão sendo usadas nas fileiras do Boko Haram – como combatentes, cozinheiros, carregadores e vigias.
  • As jovens mulheres e as meninas estão sendo obrigadas a se casar, forçadas a trabalhar e violentadas.
  • Os estudantes e os professores têm sido alvos deliberados – com mais de 300 escolas danificadas ou destruídas e pelo menos 196 professores e 314 crianças em escolas mortos até o fim de 2014.
O UNICEF reforçou a sua resposta humanitária a essa crise. Nos últimos seis meses, o UNICEF proporcionou a mais de 60 mil crianças afetadas pelo conflito na Nigéria, no Níger, em Camarões e no Chade acompanhamento e apoio psicossocial para ajudá-las a aliviar a dor de suas lembranças, reduzir o estresse e lidar com as perturbações emocionais.
O UNICEF também está trabalhando com parceiros para fornecer água segura e serviços de saúde vitais, restaurar o acesso à educação por meio da criação de espaços de aprendizagem temporários e assegurar tratamentos terapêuticos a crianças desnutridas.
Enfrentando um grave déficit de financiamento, o UNICEF está conclamando os doadores internacionais a aumentar o seu apoio financeiro para os esforços de ajuda na Nigéria e nos países vizinhos. O UNICEF recebeu apenas 15% dos US$ 26,5 milhões necessários para a sua resposta humanitária na Nigéria em 2015, e não mais que 17% do seu apelo humanitário global de financiamento para Camarões, 2% para o Níger e 1% para o Chade.
Para mais informações, visite a página da campanha (em inglês):http://bringbackourchildhood.tumblr.com/
Sobre o UNICEF – O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) promove os direitos e o bem-estar de cada criança em tudo o que faz. Com os nossos parceiros, trabalhamos em 190 países e territórios para transformar esse nosso compromisso em ações concretas que beneficiem todas as crianças, em qualquer parte do mundo, concentrando especialmente os nossos esforços para chegar às crianças mais vulneráveis e excluídas.
Acompanhe nossas ações no FacebookTwitterInstagram e Youtube.
Para mais informações
Laurent Duvillier, Escritório Regional do UNICEF para a África Ocidental e Central
Telefone: + 221 77 740 35 77
Rose Foley, Sede do UNICEF em Nova Iorque
Telefone: + 1 917 340 2582

Fonte: ONU / Unicef

quinta-feira, março 26

20º CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO AMBIENTAL TEM INSCRIÇÕES ABERTAS

Estão abertas as inscrições para o 20º Congresso Brasileiro de Direito Ambiental. O evento acontecerá de 23 a 27 de maio em São Paulo, na Fundação Mokiti Okada e contará com palestras de especialistas brasileiros e estrangeiros. Entre eles, o alemão Gerd Winter, que já contribuiu com renomadas instituições como o Fundo Global para o Meio Ambiente, além dele, outra presença confirmada é do Ministro do STJ, Antonio Herman Benjamin.
Para participar do evento basta preencher a ficha cadastral no site, http://congresso.planetaverde.org/inscricoes. São cinco tipos de inscrição nota de empenho para empresa pública, associado do instituto, profissional em geral, estudante de graduação e estudante de pós-graduação. Até o dia 31 de março, os profissionais que se inscreverem pagam R$ 350,00. Após essa data,e até 22 de maio, o valor passa para R$ 400,00 e no dia do evento, o preço será de R$ 500,00. Já para os estudantes, de graduação e pós, o valor não muda: é de R$ 100,00, tanto nas datas como na Fundação. Para os associados do Instituto O Direito Por Um Planeta Verde, a entrada é gratuita. Os valores para empresas públicas encontram-se no site do evento.
Entre os especialistas confirmados está o alemão Gerd Winter, que já contribuiu com renomadas instituições como o Fundo Global para o Meio Ambiente (Global EnvironmentFacility). Além dele, o Ministro do STJ Antonio Herman Benjamin, a doutora portuguesa em Ciências Jurídico Políticas na área de Direito do Ambiente, Maria Alexandra Souza Aragão são alguns dos palestrantes do evento, que acontece na Fundação Mokiti Okada, em São Paulo.
Juntamente com o encontro acontecem o 10º Congresso de Estudantes de Direito Ambiental (graduação e pós-graduação), o 10º Congresso de Direito Ambiental das Línguas Portuguesa e Espanhola, com o tema “Dano Ambiental, Prevenção, Reparação e Repressão” e também o IV Prêmio José Bonifácio de Andrada e Silva, que reconhece sete trabalhos acadêmicos inéditos em temáticas relacionadas ao meio ambiente. Ao fazer a inscrição para o 20º Congresso Brasileiro de Direito Ambiental, o participante tem direito a acompanhar os demais eventos.
20º Congresso Brasileiro de Direito Ambiental
23 a 27 de maio
Fundação Mokiti Okada
Rua Morgado de Mateus, 77 – Vila Mariana – São Paulo – SP
Mais informações:
Linhas Comunicação
(11) 3465-5888

quarta-feira, março 25

A casa autossuficiente

No futuro, a casa que habitamos será totalmente autónoma em termos energéticos e os módulos que a constituem vão adaptar-se aos nossos padrões de comportamento. Tudo isto com pouca intervenção humana


Há milhões de anos que os girassóis giram para captar a luz do Sol. O movimento serve para maximizar a absorção de energia até ao momento em que a planta dá flor. Não é a única planta a fazê-lo, mas foi no girassol que se inspiraram os investigadores da Casas em Movimento para criar o sistema que permite a uma casa rodar com o mesmo objetivo: capturar a energia do Sol. "As nossas casas ajustam-se automaticamente ao local onde são implementadas. Podem rodar ou inclinar o telhado consoante as necessidades energéticas das famílias que as habitam. São casas sustentáveis e autossuficientes", explica Manuel Lopes, o português que, em 2008, enquanto aluno na Universidade do Porto, concebeu o The Sunflower system o sistema na base destas casas que rodam 180 graus e inclinam o telhado para colher os raios de sol disponíveis ao longo do dia, transformando a energia solar em energia elétrica e térmica.

A Casas em Movimento já patenteou o "sistema girassol" em 77 países e prepara-se para estrear uma casa de demonstração que será montada (e depois desmontada...) numa cidade portuguesa, onde vai mostrar as vantagens de ter uma habitação que produz cinco vezes mais energia do que a que necessita. E para onde vai esta energia a mais? "Pode ter várias finalidades. Pode carregar o carro, ou carros, da família ou, até, alimentar as casas que lhe estejam próximas. Fizemos um teste com um Smart elétrico e concluímos que podíamos fazer 160 mil quilómetros/ano com o automóvel a ser alimentado pela casa", adianta o arquiteto responsável pelo projeto, que explica as vantagens da estrutura ser desmontável: "Se uma das nossas casas estiver a ser usada como residência de férias no Alentejo, nada impede que os proprietários, um dia, a mudem, por exemplo, para o Gerês. Não é preciso investir numa nova construção nem pensar se há energia elétrica por perto. Basta desmontar de uma localização e montar noutra." O facto de ser uma construção modular tem mais vantagens. A rotação do eixo central da estrutura permite que as várias divisões da casa mudem de posição, e se ajustem às necessidades dos inquilinos. "É uma casa que pode mostrar o nascer do Sol na mesma janela onde também revela o pôr do Sol.

E não só. Imagine-se o seguinte cenário: ao pequeno-almoço, a cozinha pode ter 15 m2, mas, há hora do jantar, a rotação dos módulos da casa pode juntar a cozinha com a sala e criar um espaço de 45 m2. Isto é possível e estamos, neste momento, a testar a que velocidade é que a rotação deve ser feita", descreve Manuel Lopes, com o entusiasmo típico do empreendedor que vê a sua startup recolher, finalmente, a atenção de potenciais investigadores. Na mira, pode estar a construção de um hotel para uma grande cadeia internacional e até de bairros inteiros em países nos quais a rede elétrica é pouco eficiente e onde é necessário recorrer a geradores.


sexta-feira, março 13

Gestão territorial de Áreas Protegidas da Calha Norte paraense é tema de evento em Belém


Compensação ambiental e criação de um mosaico de áreas protegidas serão alguns dos assuntos em pauta durante o evento

A gestão territorial das Áreas Protegidas da Calha Norte Paraense está em pauta, em Belém, nos dias 12 e 13 de março, onde ocorre a reunião de trabalho do Comitê Técnico paraense do Seminário Áreas Protegidas do Escudo das Guianas (SAPEG). O evento é organizado pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Conservação Internacional, Instituto de Pesquisa e Formação Indígena (Iepé), Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio) e Equipe de Conservação da Amazônia (Ecam), com apoio da Fundação Moore e patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental, um dos instrumentos da política de responsabilidade social da companhia. O encontro conta com a presença de pesquisadores, secretários de meio ambiente dos municípios paraenses abrangidos pelas Unidades de Conservação (UCs) da Calha Norte, gestores das UCs federais, representantes de instituições federais e de organizações da sociedade civil que promovem a defesa e conservação do meio ambiente.

A Calha Norte paraense é a porção do Escudo das Guianas localizada no Pará. Ela abriga 23 Áreas Protegidas. Ao todo são 11 Unidades de Conservação (sete estaduais e quatro federais), cinco Terras Indígenas e sete Territórios Quilombolas, totalizando pouco mais de 23 milhões de hectares contiguamente protegidos, área equivalente aos estados do Paraná e Alagoas. As Áreas Protegidas da Calha Norte Paraense representam 12% de toda região do escudo das Guianas, e quase metade da área brasileira inserida em tal escudo. Se unidas às Áreas Protegidas do Amapá e Amazonas, formam o maior corredor de biodiversidade do mundo.

“O comitê técnico é fundamental para o nivelamento dos saberes técnicos das instituições que atuam na área paraense do Escudo das Guianas. O SAPEG é uma experiência única de reflexão interinstitucional sobre a governança de áreas protegidas na Amazônia, e a continuidade desta iniciativa depende da integração entre as organizações governamentais e não governamentais que participam dos comitês técnicos”, explica o representante do Ideflor-Bio, Joanísio Mesquita.

Leia mais: Imaflora
Fonte Blog Imaflora

quarta-feira, fevereiro 18

XIV Colóquio Internacional de Direitos Humanos - inscrições abertas!

Encontro de ativistas em São Paulo vai debater direitos humanos e as ruas

Estão abertas as inscrições para o XIV Colóquio Internacional de Direitos Humanos, encontro que desde 2001 reúne ativistas e defensores de direitos humanos do  Sul Global em São Paulo. O evento acontece entre os dias 24 e 29 de maio.

Esse ano, levando em conta a intensificação do uso de protestos como estratégia para a vocalização de demandas sociais, em diversos países, o Colóquio terá como tema central a relação entre os direitos humanos e as ruas.
“É um tema relevante e atual no Norte e no Sul, em regimes democráticos e autoritários, em países desenvolvidos e em desenvolvimento”, explica Ana Cernov, coordenadora do programa Sul-Sul da Conectas.
“Queremos debater como as causas se transformam em mobilizações, como lidar com a repressão e garantir direitos e liberdades nas ruas. Queremos, ainda, discutir como e por que organizações se engajam em manifestações e como articulam essa participação com o trabalho de pesquisa e advocacy. São perguntas determinantes para o futuro do movimento de direitos humanos”, completa.

Temas
Levando em conta o tema mais amplo do Colóquio, Direitos Humanos e as ruas, os debates estarão organizados em três eixos:

Pauta das ruas :: Procuraremos mostrar um panorama de causas pelo mundo que precisaram tomar as ruas para serem ouvidas. A partir disso, queremos nos perguntar: Por que determinadas demandas não são ouvidas pelo Estado? O que leva movimentos a ocuparem as ruas? Quais são as táticas de protesto e formas de organização?

Quem pode participar?
Serão contemplados os candidatos e candidatas, preferencialmente de 20 a 35 anos de idade, que tenham experiência na área de direitos humanos, principalmente da América Latina, África e Ásia, e experiência com os eixos de debates propostos para o XIV Colóquio. Em função do tema, também são bem vindas candidaturas de ativistas e membros de coletivos e grupos não tradicionais.

Os candidatos poderão requerer bolsas parciais ou integrais, que serão concedidas ou não após análise pelo Comitê de Seleção. As inscrições vão até o dia 10/3. O resultado será publicado em 15/3 no site da Conectas. 

Clique aqui para fazer a sua inscrição.
saiba mais: Site Conectas 

segunda-feira, outubro 27

Projeto Escambo Literário, da SP Escola de Teatro, fomenta a troca de livros

A troca de experiências de leitura e o compartilhamento do saber estão no cerne do projeto Escambo Literário, idealizado e coordenado pelo Programa Kairós da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco.
 
A atividade pretende a ampliação do projeto de câmbio de livros, nas instalações da SP Escola de Teatro e no entorno das sedes da Escola, onde aprendizes, colaboradores e comunidade poderão efetuar trocas de livros. 
 
Dessa forma, em datas e locais específicos, um carrinho de mão personalizado – que, além de se tornar símbolo do projeto, é o suporte físico que abriga os títulos disponíveis para troca –, estará em um local da região central da cidade de São Paulo:
 
– Terças-feiras: Sede Roosevelt da Escola, das 10h às 17h (Praça Roosevelt, 210 – Centro); 
– Quartas-feiras: Sede Marquês da Escola, das 10h às 17h (Rua Marquês de Itu, 273-285 – Vila Buarque);
– Quintas-feiras: Edifício Copan, das 15h às 17h30 (Av. Ipiranga, 200 – República);
– Sextas-feiras: Escola Caetano de Campos: das 10h às 13h30 e das 15h às 17h30 (R. João Guimarães Rosa, 111 – Praça Roosevelt – Consolação).
 
Quem trabalha com a organização, planejamento, gerenciamento e divulgação desta ação são os próprios aprendizes da Escola: o Escambo Literário faz parte das atividades de contrapartida da Bolsa-Oportunidade oferecida aos aprendizes dos Cursos Regulares pelo Programa Kairós.
 
Para acompanhar o andamento e ficar por dentro das novidades do projeto acesse o blog:www.spescoladeteatro.org.br/blog/escamboliterario

sábado, outubro 25

Encontro Interestadual de Gestão Cultural

No ano em que a celebração de parcerias com organizações sociais de cultura chega à sua primeira década no Estado de São Paulo, a proposta deste Encontro Interestadual é debater as principais conquistas e desafios desse modelo de gestão na atualidade, considerando os propósitos originais da Reforma do Estado e as perspectivas de qualificação da democracia que se estabelecem com o aprimoramento das relações com a sociedade.

Qual o papel do Estado na área cultura, num momento em que crescem e se sofisticam as parcerias com o Terceiro Setor? Como a sociedade tem visto e participado do relacionamento do Estado com as organizações Sociais de Cultura?Quais as melhores orientações para os Estados e municípios que agora pretendem adotar a parceria com organizações sociais na área cultural?

Esses são alguns dos temas que serão debatidos por gestores públicos estaduais, federais e municipais, representantes de órgãos de fiscalização e controle, dirigentes e conselheiros de organizações sociais e de organizações da sociedade civil de interesse público, pesquisadores e especialistas do Terceiro Setor e de Gestão Cultural e interessados em geral em políticas públicas de Cultura.
 
saiba mais AQUI