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quinta-feira, janeiro 24

Você sabe o que é Bookcrossing?


 O que é o BookCrossing

O BookCrossing é a prática de deixar um livro num local público, para ser encontrado e lido por outro leitor, que por sua vez deverá fazer o mesmo. O objetivo do Bookcrossing é “transformar o mundo inteiro numa biblioteca”. Os membros desta comunidade de leitores, que não conhece limites geográficos,  possuem um sentimento de partilha tão grande que não se importam de libertar seus próprios livros em locais como cafés, transportes públicos, bancos de praças e outros lugares que a imaginação ditar, para que outras pessoas os possam ler, ao invés de manter as obras paradas nas estantes. É uma forma de tornar o acesso à cultura e especificamente à leitura verdadeiramente universal.

Pontos de BookCrossing

PONTOS DE BOOKCROSSING são espaços abertos ao público, como cafés, lojas, restaurantes, bibliotecas etc., escolhidos pelos usuários do movimento para libertarem livros com a autorização do estabelecimento. Estes locais possuem uma prateleira ou uma estante especialmente para o BookCrossing e se encontram identificados com cartazes e adesivos.
São lugares mais seguros para os livros, já que funcionários e pessoas que circulam por ali tem familiaridade com o movimento e os exemplares não correm o risco de se perder ou ficarem guardados.

O primeiro Ponto de BookCrossing no Brasil foi criado em São Paulo, em outubro de 2007. De lá para cá, surgiram outros espaços em diversos Estados do Brasil.
BookCrossing no Brasil
O BookCrossing chegou ao Brasil em 2001, alguns meses depois que foi lançado o BookCrossing.com nos EUA, seja por meio da Internet ou de livros que viajaram de um país ao outro. Está presente em todos os estados brasileiros e conta com cerca de 8 mil usuários cadastrados.
Além de libertar regularmente livros em lugares públicos, os usuários do movimento no Brasil participam de diversos eventos literários como bienais e festas literárias, quando seus usuários promovem uma “libertação em massa” e distribuem centenas ou milhares de exemplares para o público.
Atualmente, existem cerca de 65 Pontos Oficiais de BookCrossing em todo o Brasil (ver lista aqui).

sexta-feira, abril 29

Obras de Gabriel García Márquez disponibilizadas para Download por sua Biblioteca!

As obras de Gabriel García Márquez estão disponíveis no portal digital La Gaboteca, em referência ao apelido do escritor, conhecido como Gabo. O catálogo virtual foi apresentado em Bogotá, na ocasião do segundo aniversário de morte do autor de Cem anos de solidão, falecido em abril de 2014.
La Gaboteca foi dividida em quatro categorias: as obras de Gabo, as traduções, os livros publicados sobre ele e uma seção sobre a vida e as viagens do Nobel de Literatura colombiano. O portal é subdividido nas categorias romance, conto, jornalismo, cinema, memórias, poesia, teatro, prólogos, discursos, ensaios, entrevistas e diálogos.
A plataforma está disponível no site da Biblioteca Nacional da Colômbia e apresenta o vasto material bibliográfico de García Márquez, composta por mais de 1,5 mil materiais e 600 livros traduzidos em 36 idiomas.

terça-feira, março 1

Universidade disponibiliza acervo online com 2500 livros sobre África e Oriente

Atenção professores e estudantes interessados na história e cultura africanas! A biblioteca digital da Universidade de Aveiro já permite ler através da internet obras digitalizadas de Angola, Cabo Verde, Goa, Guiné, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor.
A Universidade de Aveiro (Portugal), através do projeto "Memória de África e do Oriente", tem já online mais de 2500 obras, referentes à história dos países de Língua Portuguesa, durante a administração colonial. O projeto, que existe desde setembro de 1996, é executado pela Universidade de Aveiro e pelo Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento (CESA) de Lisboa e tem contado com a participação de instituições de Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Goa.
Além de registos bibliográficos para orientação de investigadores e curiosos, estão agora disponíveis e com livre acesso obras digitalizadas que vão desde livros da escola primária do tempo colonial, a relatórios de antigos governadores das então colónias e outros documentos oficiais. Entre outras "preciosidades" já digitalizadas contam-se os três volumes da "História Geral de Cabo Verde", várias obras do cientista e poeta cabo-verdiano João Vário, toda a coleção do Boletim Geral das Colónias, a revista do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa de Bissau Soronda (1986-2009), o Boletim Cultural do Huambo em Angola, e "O Oriente Português", da responsabilidade da Comissão de Arqueologia da Índia Portuguesa, publicado entre 1905 e 1920 e retomado entre 1931 e 1940.
De acordo com Carlos Sangreman, da Universidade de Aveiro, o projeto "Memória de África e do Oriente" em dezembro atingiu 353.991 registos bibliográficos e 343.819 páginas digitalizadas e a base de dados já vai ser acrescentada. "Temos trabalhado com muitas instituições portuguesas, sendo a última a Biblioteca Nacional que nos disponibilizou 67 mil registos que irão ser colocados na base à medida que formos conseguindo compatibilizar o formato", esclarece aquele responsável.
Eis o link: memoria-africa.ua.pt

terça-feira, fevereiro 16

Biblioteca Intinerante de São Paulo - saiba seus roteiros pela cidade

O Ônibus-biblioteca possibilita que pessoas de bairros mais distantes tenham acesso a livros, periódicos e gibis. São 72 roteiros estabelecidos de acordo com a ausência de bibliotecas públicas na região e também por sugestão da população local. O horário de atendimento é de terça-feira a domingo, das 10h às 16h, inclusive pontos facultativos e feriados. 


*Consulte a atividade e roteiro do Ônibus biblioteca pelo site da Prefeitura de SP e pelo telefone 11 2291.5763.





sábado, fevereiro 13

6 sites para baixar livros gratuitamente e de forma legal

Quer ler mais sem "sentir dor no bolso"? Separamos sites incríveis que disponibilizam obras para download gratuito. Baixe e-books de forma legal, economize e viaje para lugares incríveis na frente do computador (ou do tablet, ou do reader):
1. Open Library - o site (que quer catalogar todos os livros do mundo) possui mais de um milhão de obras para download gratuito, em diversas línguas. Entre os livros em português, encontramos contos e romances de Monteiro Lobato, José de Alencar e Machado de Assis, por exemplo. Se você sabe ler em inglês, as opções são inúmeras.
2. Portal Domínio Público - lista obras em diversas línguas (incluindo 2 mil livros em português) que já estão em domínio público. É possível ler "A Divina Comédia", de Dante, por exemplo.
3. Projeto Gutemberg - mais de 100 mil livros em diversas línguas. Podem ser baixados em vários formatos.
4. eBooks Brasil - o site tem uma cara antiga e navegação pouco intuitiva, mas seu acervo funciona perfeitamente. Basta navegar pelo formato desejado de eBook pelos links logo abaixo da logomarca e buscar o que você deseja ler.
5. Obras raras da USP - o site reúne imagens de edições incríveis. O acervo ainda é pequeno (não mais que 30 livros) - mas só a chance de explorar essa ediçãoimpressionante de Dom Quixote vale a visita. 
6. Wikisource - a "biblioteca" da Wikipedia reúne livros que estão sob domínio público ou sob a licença "Creative Commons".  Na versão lusófona, temos mais de 27 mil textos disponíveis, divididos em categorias como períodos literários, países de origem e anos em que foram escritos.

terça-feira, janeiro 19

Dez obras para conhecer a Literatura Indígena

Especialista em Literatura Indígena, Janice Thiel selecionou, a pedido de Carta Educação, 10 obras escritas por índios e não-índios. Pode ser um bom ponto de partida para trabalhar a temática indígena em sala de aula:
A Terra sem Males: Mito guarani
O mito guarani de A Terra sem Males é o foco desta obra direcionada para o público infantojuvenil. ?À simplicidade da narrativa somam-se a complexidade ?do mito e sua relevância ?na cultura guarani. O leitor ?não índio, possivelmente, construirá um diálogo de parte do mito com a narrativa bíblica do Dilúvio, mas a narrativa abre as portas para uma discussão sobre as especificidades ?da cultura desse povo. Informações que seguem ?a narrativa são acompanhadas por grafismos geométricos, ?que dialogam com formas de expressões indígenas. Questões diversas, como ?a história dos guarani, ?a resistência e diversidade indígena no Brasil, as migrações e a demarcação das terras podem ser aprofundadas, servindo como propostas ?para pesquisa.
A Terra sem Males: Mito guarani. São Paulo, Jakson de Alencar, Paulus, 2009 (Coleção Mistura Brasileira)

Das Crianças Ikpeng para o Mundo Marangmotxíngmo Mïrang
Os pequenos ikpeng são os guias de uma narrativa que descreve 24 horas em sua aldeia. O texto, acompanhado do filme que o inspirou, em um enredo circular e edição bilíngue, é ideal para apresentar a cultura do povo ikpeng, do Mato Grosso. A linguagem é concisa, mas densa de informações e possibilidades de discussão sobre o que aproxima e o que diferencia o povo ikpeng de outras culturas. Tarefas, brincadeiras, costumes passados e presentes, festas e rituais, objetos ancestrais e cotidianos, papéis sociais, medos e perigos da floresta, além de mudanças incorporadas pelo contato com culturas europeias, fazem parte da obra. O texto promove ?a abertura cultural ao outro ?e constrói pontes para a compreensão das diferenças sem preconceitos.Das Crianças Ikpeng para o Mundo Marangmotxíngmo Mïrang, de Rita Carelli (Adaptação e ilustrações). ?São Paulo: CosacNaify, 2014 (Coleção Um Dia na Aldeia)

A Terra dos Mil Povos: História indígena do Brasil contada por um índio
Este foi o primeiro livro escrito por um autor indígena brasileiro que li e a obra me apresentou novas possibilidades de ver os índios na história e na literatura. ?O texto mostra o poder da palavra na tradição ancestral indígena, aponta a pluralidade de etnias, conta como os povos nativos leem o mundo, constroem suas identidades e suas relações com os não índios, revelam respeito pelo poder criador e pela terra. O livro é um relato individual e ancestral, mas muito mais que isso: trata-se de um convite para conhecermos a história tribal brasileira, a contribuição e presença dos povos indígenas no Brasil de hoje.
A Terra dos Mil Povos: História indígena do Brasil contada por um índio, de Kaka Werá Jecupé. São Paulo: Peirópolis, 1998 (Série Educação para a Paz)  

Câmera na Mão, o Guarani no ?Coração
Ler O Guarani, de José de Alencar, constitui desafio para muitos jovens. Contudo, o texto de Scliar pode promover o interesse pela leitura da obra de Alencar. Em uma linguagem contemporânea, o narrador conta, em primeira pessoa, como foi motivado à leitura de ?O Guarani para produzir um filme e concorrer a um prêmio. O que o leitor acompanha, porém, é a trajetória do personagem que vai aos poucos se transformando em leitor, não só de livros, mas de discursos, estereótipos, realidades sociais e contextos culturais. O personagem e seus amigos leem ?O Guarani e o leitor também ?o faz, enquanto todos aprendem a apreciar criticamente a construção do índio pela literatura ?do século XIX.
Câmera na Mão, o Guarani no ?Coração, de Moacyr Scliar. ?2ª ed. São Paulo: Ática, 2008 

Kurumi Guaré no Coração da ?Amazônia
De autor amazonense, a obra narra aventuras infantis e descreve o povo maraguá. Além de acompanhar registros da memória do narrador, uma auto e cosmorrepresentação, e ensinamentos dos povos da floresta, o leitor pode observar a composição multimodal do texto e os símbolos maraguá. Grafismos indígenas constituem uma poética que traduz uma vontade política de expressão de identidade, contam histórias complementares e podem sinalizar a origem do texto na tradição ancestral. A compreensão da obra envolve uma leitura dos símbolos maraguá, do Glossário Nheengatú e de termos regionais amazônicos. Há um enredo nos desenhos da obra de Yamã que lança o leitor para uma rede de significados construídos na interação entre palavra e imagem.
Kurumi Guaré no Coração da ?Amazônia, de Yaguarê Yamã. ?São Paulo: FTD, 2007

Wamrêmé Za’ra: Nossa palavra – Mito e história do povo xavante, de Sereburã
“Ouça o que dizem os antigos. Preste atenção na fala dos velhos sábios, pois eles guardam a Palavra Criadora.” Esta frase de Ailton Krenak, inserida em uma carta nas páginas iniciais desta obra, marca ?o tom do texto xavante. Um envelope contendo a carta inclui cartões-postais com ilustrações que narram histórias encontradas nos objetos de arte dos povos indígenas. Como um prefácio, as imagens anunciam as palavras dos membros mais velhos da aldeia Pimentel Barbosa. Suas vozes foram gravadas ?e traduzidas para a escrita por xavantes do Núcleo de Cultura Indígena. Em ?edição bilíngue, o texto é acompanhado por desenhos de jovens artistas da aldeia, fotos dos xavante e dos warazu, não índios, e por um panorama histórico que vai do século XVI ao século XX.
Wamrêmé Za’ra: Nossa palavra – Mito e história do povo xavante, de Sereburã; Hipru; Rupawê; Serezadbi; Sereñimirâmi. São Paulo: Editora Senac, 1998

Sepé Tiaraju: Romance dos Sete Povos das Missões
Há obras que buscam reconstruir, pela ficção, figuras indígenas heroicas. ?É o caso do romance que, narrado pela perspectiva ?de um jesuíta, em um vaivém da memória, destaca a resistência dos Sete Povos das Missões (RS) e de um dos líderes e guerreiros indígenas do Sul do Brasil, Sepé Tiaraju. No texto, Tiaraju é apresentado pela visão do colonizador, Michael, ou Padre Miguel. Seu olhar constrói o herói indígena e a história da colonização dos povos indígenas pela missão catequizadora dos jesuítas ?e pela política europeia. Documentos históricos, como os tratados de Tordesilhas e de Madrid, além de conflitos e migrações indígenas formam o contexto da obra.
Sepé Tiaraju: Romance dos Sete Povos das Missões, de Alcy Cheuiche. Porto Alegre: AGE, 2012 

O Karaíba: Uma história do pré-Brasil
No romance O Karaíba, Munduruku narra, em linguagem poética, a história de povos que viviam numa terra ainda não chamada Brasil, numa época na qual os índios não eram assim chamados. Não haviam sido colonizados, mas antecipavam mudanças vindas do contato com europeus. O texto nos apresenta essa terra como um personagem com um passado, com povos que vivem à sombra de uma profecia anunciada pelo velho Karaíba, de que ?“um grande monstro” viria ?e destruiria tudo. A obra preenche uma lacuna histórica e literária e apresenta costumes, crenças e leituras do mundo pela visão cultural indígena. Assim, constrói vozes para povos que não tiveram ?sua palavra registrada e enfrentaram a crueldade ?da colonização europeia ?e da escravidão.
O Karaíba: Uma história do pré-Brasil, de Daniel Munduruku. Barueri, SP.: Manole, 2010

Amazonas: Pátria da água = Water Heartland
Com prosa e poesia, Thiago de Mello traça sua gênese e conduz os leitores em uma viagem pela extensão do Rio Amazonas, percorrendo sua história e dos homens que nele navegaram: os índios que chegaram à Amazônia, as icamiabas, ?os exploradores e cronistas europeus e o poeta. Nesta edição bilíngue, que conta com as encantadoras fotografias de Luiz Cláudio Marigo, o poeta descreve com suavidade a beleza ?e a tristeza das águas, da floresta, das plantas e dos animais da Amazônia e trata de seus espíritos protetores, que tentam defender a floresta da ganância, do lucro, da caça predatória. ?O poeta retrata os cantos dos índios, suas angústias ?e sofrimentos, mas anuncia a esperança de que a vida ainda pode ser salva.
Amazonas: Pátria da água = Water Heartland. Textos e poemas, Thiago de Mello.  SP:  Boccato, 2007

Maíra
O entrelaçamento das culturas indígenas e europeias nunca esteve tão em evidência quanto neste romance de Darcy Ribeiro. Nele, o autor emprega seus conhecimentos para criar uma obra com esferas culturais e vozes narrativas que se cruzam: dos índios, dos não índios e dos seres sobrenaturais ou demiurgos. O texto revela o encontro de cosmogonias e o entrelugar cultural de Avá/Isaías, um índio mairum que se torna sacerdote cristão, ?e Alma, jovem carioca que vive com os índios. ?A história tem início com uma investigação policial, mas conduz à investigação das identidades culturais brasileiras, em uma narrativa cuja confluência de discursos é projetada ?no capítulo final. Vale a pena ler esta obra para apreciar seu caráter multicultural e literário.
Maíra, de Darcy Ribeiro. ?São Paulo: Global, 2014

terça-feira, janeiro 5

34 Contos Africanos - Download Gratuito

Os contos africanos são mitos e contos lidos são história que são contados a nós como verdade.

Este texto ressalta a importância dos contos, orais e escritos, para a cultura de um povo, que neste caso, os povos africanos. No Brasil essa cultura teve e tem grande influência pois inspira poetas, músicas, dançarinos, estudiosos mestres, e contadores de histórias.

Os mestres contadores de histórias se reportavam a ela para ensinar vários assuntos sobre religião, história valores que sempre trazia um ensinamento, energia e capacidade para transformar o mudo.

Essa cultura africana auxilia tanto homens, mulheres crianças que integram suas origens e passam de geração em geração. Como escreve Celso Sisto.
“O homem já nasce praticamente contando histórias. está inserido numa história que o antecede e com certeza irá sucede-lo.

Essas narrativas são encontradas hoje em livros, jornais e rede informatizada, elas podem ser associadas a critica literária.

Atualmente encontramos livros que retomam traços da cultura negra tais como: a capoeira, dança, na verdade não existe apenas uma África, mas incontáveis ricas em histórias e tradições, de norte a sul, cada uma com suas crenças e religiões, quanto a cultura africana impregnou-se na cultura brasileira.

A riqueza étnica é impressionante responsável por uma herança cultural e artística, talvez uma das maiores riquezas, de história de vida, contos mitos e valores organizada para contribuir no ambiente escolar, que contribui para falar, ler escutar, destacando os fundamentos para a convivência e o exercícios da cidadania na atual sociedade.

Incentivar ao aluno a pratica da pesquisa, discutindo e elaborando junto e coletando depoimento de pessoas e das famílias e comunidade. Que importa é a valorização e investigação na construção de uma cultura, e a oportunidade de um espaço de valorização dos saberes, trocas e descobertas. 


Clique aqui e baixe o arquivo em doc. Caso não consiga, envie um email para tamboresfalantes@yahoo.com.br No campo Assunto, escreva: Quero receber o livro 34 contos africanos.

ATENÇÃO: O arquivo foi encontrado na Internet desprovido de crédito à autoria. Informe-nos para que possamos creditar nome e origem.

Fonte: Oincrivelze

sexta-feira, julho 24

Trilha da Mata terá novas revistas a partir de Novembro


A editora Freedom Books lançará em Novembro de 2015 novas revistinhas da turminha do Trilha da Mata! a distribuição é gratuita em vários pontos da cidade de São Paulo! Nos próximos dias listaremos os locais de distribuição!


Toda a Equipe de criação está em polvorosa e está à todo vapor para garantir as revistinhas mensalmente para todos leitores. E a turminha do Trilha não deixará de marcar presenças nos jornais e revistas de sempre, que fizeram deles os personagens de produção independente mais lidos na cidade!  = D

acompanhe todas as novidades pelo blog do Trilha da Mata

segunda-feira, outubro 27

Projeto Escambo Literário, da SP Escola de Teatro, fomenta a troca de livros

A troca de experiências de leitura e o compartilhamento do saber estão no cerne do projeto Escambo Literário, idealizado e coordenado pelo Programa Kairós da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco.
 
A atividade pretende a ampliação do projeto de câmbio de livros, nas instalações da SP Escola de Teatro e no entorno das sedes da Escola, onde aprendizes, colaboradores e comunidade poderão efetuar trocas de livros. 
 
Dessa forma, em datas e locais específicos, um carrinho de mão personalizado – que, além de se tornar símbolo do projeto, é o suporte físico que abriga os títulos disponíveis para troca –, estará em um local da região central da cidade de São Paulo:
 
– Terças-feiras: Sede Roosevelt da Escola, das 10h às 17h (Praça Roosevelt, 210 – Centro); 
– Quartas-feiras: Sede Marquês da Escola, das 10h às 17h (Rua Marquês de Itu, 273-285 – Vila Buarque);
– Quintas-feiras: Edifício Copan, das 15h às 17h30 (Av. Ipiranga, 200 – República);
– Sextas-feiras: Escola Caetano de Campos: das 10h às 13h30 e das 15h às 17h30 (R. João Guimarães Rosa, 111 – Praça Roosevelt – Consolação).
 
Quem trabalha com a organização, planejamento, gerenciamento e divulgação desta ação são os próprios aprendizes da Escola: o Escambo Literário faz parte das atividades de contrapartida da Bolsa-Oportunidade oferecida aos aprendizes dos Cursos Regulares pelo Programa Kairós.
 
Para acompanhar o andamento e ficar por dentro das novidades do projeto acesse o blog:www.spescoladeteatro.org.br/blog/escamboliterario

sexta-feira, janeiro 17

CrossBooking - Curta e Viva essa idéia de libertar e encontrar um Livro

Imagine-se caminhando calmamente pela Praça da Liberdade. Você resolve se sentar em um banco e de repente encontra um livro abandonado. Não precisa sair procurando o dono, pois o livro pode estar participando de uma rede cultural mundial, baseada no incentivo a leitura: o crossbooking. O objetivo é perder livros que serão encontrados, lidos e novamente abandonados por outras pessoas.
 
Apesar de o hábito de deixar livros em metrôs e estações de trens para os transeuntes pegarem e lerem e posteriormente deixá-los no mesmo lugar ou em outro lugar público ser de décadas e décadas no leste europeu (Russia, Letônia, Bielorússia...) o movimento tal qual como conhecemos hoje vem surgir nos Estados Unidos, em março de 2001. De acordo com o site oficial do movimento tudo começou com um homem chamado Ron Hornbaker. Ele e sua esposa estavam vendo um site americano sobre máquinas fotográficas descartáveis que eram abandonadas pelo país. Além desse, o casal Hornbaker também conhecia outro site cujo intuito era abandonar notas de dólar americano e cadastrá-las pelo número de série. O casal então tentou pensar algum outro objeto que poderia ser “abandonado” e encontrado pelas pessoas. Olhando sua estante de livros veio a idéia. Ron Hornbaker procurou na internet algum site que incentivasse o “esquecimento” de livros, mas não encontrou nada muito relevante. Ele e sua mulher escolheram então o nome da iniciativa: BookCrossing (algo como “encruzilhada do livro”). Registraram o domínio do site e começaram a pensar nas etiquetas que acompanhariam os livros “perdidos”.
 
No Brasil o movimento foi batizado como Crossbooking (sem tradução). Ele tem o apoio da rede de postos de combustíveis ALE e funciona através do site Livro para Voar. Lá estão as instruções de como participar, mas a dinâmica é muito simples. A pessoa se cadastra no site e informa o nome do livro e o local onde pretende abandoná-lo. Daí ela imprime e preenche duas etiquetas que serão coladas na capa e na parte interna. Assim começa o ciclo de ler e abandonar os livros em diferentes locais.
 
Visite o Site Livros Para Voar e não só saiba mais como também castre-se!!
crie um ponto de "libertar livros"