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sexta-feira, maio 13

No Japão, já existem mais torres de recarga para carros elétricos do que bombas de gasolina

Existem mais pontos de recarga elétrica para carros do que bombas de gasolina no Japão, segundo relatório divulgado pela Nissan.
Hoje já são mais de 40 mil postos de recarga espalhados pelo país, contra 35 mil estações de combustível fóssil. Esse número ainda não contabiliza os pontos privados e os públicos destinados para recarga rápida.
À medida que a tecnologia cresce, a infraestrutura por detrás dela tem que acompanhar sua demanda e o Japão é um belíssimo exemplo de como esse processo deve ser conduzido. A tendência é que com esse alinhamento os carros elétricos se tornem uma opção cada vez mais viável para a população.
“Um elemento importante para o crescimento contínuo desse mercado é o desenvolvimento de sua infraestrutura”, diz Joseph G. Peter, CFO da Nissan.
A indústria já está reagindo à essas necessidades de infraestrutura. A Tesla, que vale mais do que montadoras 100 vezes maiores, já possui seu próprio sistema de recarga em alta velocidade. A VW e a BMW também estão se movimentado para implementar e ampliar a tecnologia em solo estadunidense.
As notícias reportadas pela Nissan significam um verdadeiro marco, uma vez que já mostra indicadores positivos sobre a implementação de uma nova tecnologia disruptiva.

sexta-feira, junho 15

Encontro paralelo à Rio+20 discute direitos humanos e megaprojetos de desenvolvimento na América do Sul

O impacto das grandes obras de infra-estrutura nos direitos humanos na América Latina será um dos temas debatidos numa oficina durante a Cúpula dos Povos, evento paralelo à Rio+20, com a participação da diretora executiva da Conectas, Lucia Nader.

"A realização de megaprojetos de desenvolvimento e infraestrutura é uma das novas formas de investimento e reprodução do capital em larga escala. Violações aos direitos humanos podem e vem ocorrendo desde a fase de pré-instalação até o pleno funcionamento desses projetos, afetando igualmente as áreas rural e urbana. A concretização destes megaprojetos depende de uma intricada e pouco transparente colaboração entre Estados e empresas, aqui incluídas tanto as realizadoras, quanto as financiadoras do projeto, os bancos", diz o texto de apresentação da atividade.

"Quais são as causas das violações de direitos humanos ocorridas na realização de megaprojetos de desenvolvimento na América do Sul? Quais as falsas soluções propostas nessa área? Quais seriam alternativas?", são algumas das perguntas propostas. O evento acontece no dia 15 de junho, às 9h, na Cúpula dos Povos – Rio de Janeiro.