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sexta-feira, janeiro 24

Único de barba branca e costas vermelhas, nova espécie de macaco 'zogue-zogue' é descrita na Amazônia

Visto entre RO e MT, primata pode ser incluído na lista dos quase ameaçados de extinção por ter sido observado em áreas de desmatamento, dizem pesquisadores. 

Uma nova espécie do macaco "zogue-zogue" acaba de ser descrita e confirmada na Amazônia: é o Plecturocebus parecis, possivelmente visto pela primeira vez há mais de um século. O nome científico do primata faz referência à Chapada dos Parecis, já que macacos da espécie foram observados em uma área da região que fica entre Rondônia e Mato Grosso (MT).
"Em 2011, foram observados os primeiros indivíduos de zogue-zogue, vistos nos municípios Pimenta Bueno e Vilhena. Conferimos artigos e livros para verificar se já existia uma descrição ou se tratava de uma espécie nova. Observando a morfologia, levantou-se a hipótese de que seria uma espécie nova. Agora foi descrito cientificamente. É oficial", explicou Almério Gusmão, pesquisador da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e professor do Centro Técnico Estadual de Educação Rural Abaitará (Centec Abaitará), em Pimenta Bueno (RO).
A recém descoberta foi publicada no periódico Primate Conservation. Além de Almério, a pesquisadora Mariluce Messias, da Universidade Federal de Rondônia (Unir), e outros 13 cientistas do Acre, Pará, Sergipe e da Universidade Estadual de Nova York, em Stony Brook, nos Estados Unidos, fizeram observações de grupos do mais novo "zogue-zogue". Outros registros do animal foram obtidos em regiões de Mato Grosso.

"Agora são 24 espécies do Plecturocebus descritos. O Plecturocebus parecis foi descrito recentemente, em dezembro de 2019, quando saiu a publicação", complementou Mariluce Messias. 


A diferença que saltou aos olhos dos estudiosos foi a coloração do macaco. Diferente da pelagem grisalha característica do Plecturocebus, o também conhecido como "zogue-zogue-de-barba-branca" conta com uma coloração que mescla entre castanho e vermelho nas costas, tons claros e pelos curtos nas mãos, além da barba esbranquiçada. Foram investigadas mais de 50 variáveis do primata.
O único relato breve sobre a espécie foi feito pelo naturalista Alipio de Miranda Ribeiro, da Comissão das linhas telegráficas de Rondon, publicado em seu livro em 1914. Alipio de Miranda descreveu que dois espécimes foram coletados na cabeceira do rio Ji-Paraná, em Rondônia, que aparentemente se tratavam do "zogue-zogue" dos Parecis. 

Veja matéria completa em Portal G1

quinta-feira, março 8

China planeja parque nacional para pandas de 2,7 milhões de hectares

A China criará um parque nacional de 2,7 milhões de hectares para ursos pandas, com o objetivo de estimular a reprodução da população selvagem deste mamífero.

Um crédito de pelo menos 10 bilhões de yuanes (1,6 bilhão de dólares) para os próximos cinco anos foi anunciado para a criação do parque em uma região montanhosa do sudoeste da China, informa o jornal estatal China Dialy.
O plano do parque foi anunciado no início do ano pelo Partido Comunista e o Conselho de Estado, indicou o jornal.

O objetivo é fazer com que os pandas que estão na natureza em diferentes regiões isoladas das províncias de Sichuan, Shaanxi e Gansu se misturem e reproduzam.
O processo de reprodução dos pandas gigantes é muito lento, o que contribui, ao lado da redução do habitat, a para sua classificação como "vulneráveis" na lista vermelha de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

Mais de 80% dos pandas que vivem na natureza se encontram em Sichuan.
Os créditos foram garantidos após a assinatura de um acordo entre o Banco da China e o departamento de florestas da província de Sichuan, segundo o China Daily.

fonte: site AFP

segunda-feira, junho 5

Descoberto sapo transparente na Amazônia

Se existe um animal que não é lá muito bom em disfarçar ansiedade, este é a rãzinha Hyalinobatrachium yaku. Seu coração pode ser visto batendo acelerado por debaixo da pele, graças a uma camada incrivelmente transparente na região do peito. A variedade integra o gênero dos glassfrogs, apelido que os cientistas deram para os sapos de pele tão clara quanto o vidro.
Apesar de ter vários parentes com essa mesma habilidade de transparência, cientistas acreditam que a espécie seja única por uma série de motivos. E o primeiro está exatamente no coração. No caso da Hyalinobatrachium yaku, o órgão pode ser visto sob a pele com sua cor verdadeira, um vermelho vivo. Isso não acontece em outras variedades de glassfrogs, em que todos os órgãos – o coração, incluso – aparentam ter a cor branca. Também entram na lista de peculiaridades os pontos em verde escuro que a espécie possui no corpo todo, sobretudo nas costas.
Mas o mais interessante mesmo são seus comportamentos reprodutivos incomuns – quem realiza a guarda dos ovos são os machos, por exemplo. O local onde os proto-filhotes são estocados antes de ganharem o mundo também não é nada usual: a parte de baixo das folhas das árvores. Quando estiverem prontos para eclodir, os ovos se descolam e caem na água, onde as crias estão livres para completar seu desenvolvimento.
A espécie foi descrita pela primeira vez há algumas semanas, em um estudo divulgado no periódico Zookeys. Ela pode ser encontrada saltitante em cima das árvores na Amazônia equatoriana – lá, pelo menos, foi o lugar onde apareceu pela primeira vez.
Mas manter esse habitat latino-americano pode ser considerado um problema para a sobrevivência da espécie, de acordo com os pesquisadores. Essa região amazônica é marcada pela extração de petróleo e desmatamento, atividades que podem destruir por completo o local onde os sapos são encontrados – ou pelo menos comprometer gravemente a interação entre populações.
“Esperamos que descobertas como a desse sapinho possam nos ajudar no alerta de que há muita coisa para ser perdida com a extração continuada de combustíveis fósseis, além daquilo que já sabemos sobre as mudanças climáticas”, disse Paul Hamilton, um dos autores do estudo, à revista New Scientist.

fonte: Site Revista Superinteressante

domingo, janeiro 8

Suecos criam máquina solar capaz de purificar 600 litros de água/hora

O desejo de encontrar soluções sustentáveis para o problema da falta de água potável – que chega a assolar um bilhão de pessoas neste planeta – é o que move o casal de empreendedores suecos Annika Johansson e Greger Nilsson. Juntos, eles criaram o kit de purificação de água Greenwater, que conta com uma combinação de tecnologias: luz ultravioleta (UV) e energia solar.

O sistema de purificação da Greenwater elimina da água as bactérias patogênicas, vírus, amebas e parasitas, inclusive bactérias resistentes ao cloro, de maneira sustentável. O sistema tem capacidade para filtrar 600 litros por hora, o que equivale a um consumo diário, em média, de 80 pessoas.
Carregado por energia solar, o kit dispensa o uso da eletricidade vinda da rede, facilitando sua aplicação em regiões com pouca infraestrutura, sem acesso à energia elétrica. Além disso, o equipamento é portátil, tornando o transporte muito mais simples.
“As soluções da Greenwater podem ser aplicadas em diversos contextos: de situações críticas, como catástrofes, em que a infraestrutura de uma região é devastada, não restando qualquer possibilidade de acesso à água potável, passando por países ou comunidades carentes de um sistema de água e esgoto, até empresas que estejam em busca de soluções sustentáveis e inovadoras para o tratamento, seja para a entrada (input) ou para a saída (output), da água”, explica Greger Nilsson, responsável pela área de desenvolvimento.

Primeiros testes
Em abril, a equipe da Greenwater fez os primeiros testes de campo em Ruanda, na África, com sucesso. Agora, a empresa finaliza algumas adaptações do Kit para torná-lo ainda mais eficiente para o tipo de água daquela região. O país africano deve receber 25 unidades do equipamento, que serão instaladas em escolas, hospitais, centros comunitários, entre outros.
No Brasil
O Brasil também está no cronograma de testes da companhia. O objetivo é atingir dois grupos: um deles é formado por comunidades carentes, como favelas, e populações que vivem em regiões afastadas dos centros urbanos, muitas vezes sem acesso a saneamento e água potável. O outro grupo é formado pelos setores da construção civil, principalmente nos novos projetos de condomínios e casas autossustentáveis, e pela agricultura de diversos portes.
“Nossa meta é, antes de mais nada, entender as necessidades específicas de cada comunidade, e então oferecer a solução mais adequada, num diálogo sustentável”, explica Telma Gomes,  gestora internacional do projeto. “Trabalhamos alinhados à meta número seis dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, compilados pela ONU, que é assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos até 2030.”
Fonte: Site Ciclo Vivo

segunda-feira, novembro 28

Jardins verticais são instalados em quatro prédios no Minhocão, em SP

Paredes verdes assinadas por jovens artistas e um projeto de reocupação da marquise prometem transformar o Elevado Presidente Costa e Silva no primeiro "corredor verde" do mundo .


Antes do concreto havia o verde (e também outros elementos naturais, rios que foram soterrados etc., mas este é assunto para outra hora). Há décadas a cor estava suprimida no cenário cinza que acompanha o polêmico Elevado Presidente Costa e Silva, o Minhocão, na região central de São Paulo. Até que, no último ano, a realidade começou a mudar, graças a uma série de jardins verticais.

Adotadas como iniciativa de transformação socioambiental em áreas urbanas, as paredes verdes, ali, são de autoria do Movimento 90°, grupo liderado pelo arquiteto e paisagista Guil Blanche, que, desde 2013, se dedica a fazer do Minhocão o primeiro “corredor verde” do mundo. Para desenhar os painéis que ocupam as empenas cegas dos prédios ao redor do viaduto, Blanche convidou artistas como Pedro Wirz, Daniel Steegmann Mangrané e Renata De Bonis. 

A cobertura vegetal composta por espécies de plantas da mata atlântica começou a ser montada em dezembro. O projeto desta segunda instalação é do artista Daniel Mangranè e faz parte de uma proposta para implantar um "corredor verde" no Minhocão, com o plantio de 8 mil metros quadrados de jardins verticais para melhorar a qualidade ambiental da região. 


Manutenção

A irrigação automática passa por todas as plantas. O que sobra é captado por canaletas e retorna ao armazenamento para ser bombeado de volta para nova irrigação.

Para quem tem medo que o jardim vertical possa provocar infiltração nas paredes, os responsáveis pela implantação afirmam que isso não acontece.

A manutenção é paga pela incorporadora durante os seis primeiros meses, depois correrá por conta da prefeitura. A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente recebe os
pedidos de prédios que querem ficar verdes e que não precisam pagar por isso. As cartas de intenção devem ser entregues na Secretaria, na Rua do Paraíso, 387/389 - térreo, das 9h às 16h.
fonte: Portal G1

México transforma colunas de viadutos em jardins verticais

A Cidade do México inaugurou recentemente uma intervenção urbana enorme. São 60 mil metros quadrados de jardins espalhados sob um viaduto que corta 27 quilômetros da cidade. As pilastras deixaram o cinza do concreto para trás e ganharam diferentes tons de verde.
O projeto é financiado por investimento privado e desenvolvido pela empresa VerdeVertical, especializada em transformar paredes e fachadas em jardins gigantes. De acordo com a apresentação do projeto, a inclusão das plantas em ambiente urbana ajudará a filtrar mais de 27 mil toneladas de gases e processará dez toneladas de metais pesados.
A ideia é muito simples e não ocasionou nenhuma mudança estrutural nas vias já existentes. A instalação conta com armaduras metálicas cheias de anéis colocadas em volta da pilastra. Após fixada, a estrutura recebe painéis pré-fabricados, que incluem um substrato têxtil hidropônico, sobre o qual é colocado o material vegetal e também os espaços publicitários.
As paredes possuem um sistema automatizado de rega, que é controlado remotamente por GPS. A água usada no abastecimento é reaproveitada, sendo colhida da chuva e as espécies usadas são altamente resistentes e adequadas às condições do seu entorno.
Todo o projeto é mantido por investimento privado e ainda proporciona o uso de espaços publicitários em meio aos cultivos, como forma de atrair anunciantes e gerar verbas extras.

fonte: site Tetrapak

sexta-feira, novembro 25

Adidas lança tênis feito com plástico retirado do oceano

Com design inspirado nas ondas do mar, o 'Ultra Boost Uncaged Parley' traz uma malha feita da mistura de 'Ocean Plastic' e poliéster reciclado

Em parceira com a ‘Parley for the Oceans’, a Adidas acaba de lançar o novo modelo do ‘Ultra Boost’, famoso tênis de performance da marca, feito com plástico retirado do oceano. As camisas de futebol dos clubes ‘Bayern de Munique’ e ‘Real Madrid’ também trazem o material na composição.

Com design inspirado nas ondas do mar, o ‘Ultra Boost Uncaged Parley’ traz uma malha feita da mistura de ‘Ocean Plastic’ (95%) e poliéster reciclado (5%).

Os cadarços, a base, o suporte do calcanhar e o forro também foram feitos de materiais reaproveitados. A Adidas produziu sete mil pares do modelo, que começa a ser vendido na próxima semana nos EUA e já está com lista de espera.

“Nós não vamos parar aqui. Faremos um milhão de tênis usando a Parley Ocean Plastic em 2017 – nossa principal ambição é eliminar plástico virgem da cadeia de suprimentos” conta Eric Liedtke, membro do conselho executivo do adidas Group responsável por Global Brands.

O tênis não tem previsão de chegada ao Brasil.

fonte: site Exame.com

quinta-feira, novembro 24

Projeto realiza ações de mobilização pelo Parque dos Manguezais, em Recife

O projeto Tod@s pelo Parque dos Manguezais iniciou em agosto suas atividades. A iniciativa contempla ações de mobilização, engajamento e construção de entendimentos sobre o Parque dos Manguezais, em Recife (PE); diagnóstico participativo da comunidade pesqueira local; discussão sobre o conflito socioambiental do cultivo de camarão na localidade e possíveis alternativas; e capacitação e sensibilização da comunidade escolar e lideranças para a conservação dos manguezais. O Parque é uma Unidade de Conservação municipal, voltada à conservação ambiental de forma inclusiva, de maneira a reconhecer a realidade socioambiental local.
Em seu primeiro trimestre, o projeto já deu passos importantes, como o lançamento oficial, ações de identificação e mobilização da comunidade,  reuniões com organizações e órgãos estratégicos e encontros de acompanhamento do projeto.
Também ocorreu a roda de conversa que inicia a pesquisa com a comunidade pesqueira local, visitas para início das ações de educação ambiental e capacitação junto à comunidade escolar, produção da logomarca e materiais de divulgação do projeto, entre outras atividades.
lancamento
Fotos do lançamento do projeto Tod@s pelo Parque dos Manguezais.

Realizador, parceiros e apoiadores
O projeto Tod@s pelo Parque dos Manguezais é realizado pelo Instituto Bioma Brasil, com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica e a parceria da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Recife, da Caranguejo Uçá, da Poupança Comunitária e do Laboratório ARREÁgua/UFPE.
A iniciativa foi contemplada no “Edital de Apoio a Projetos para Unidades de Conservação Municipais Públicas e Privadas da Mata Atlântica e Ambientes Marinhos e Costeiros” de 2016, e como os demais projetos em benefício de áreas marinha e costeiras do edital, recebe recursos da Repsol Sinopec Brasil (saiba mais).
Para informações adicionais sobre o projeto, contate a coordenadora Maíra Braga: mairabbraga@gmail.com.
Fonte: site SOS Mata Atlântica

quarta-feira, junho 8

Plataformas mapeiam árvores frutíferas nas ruas do Brasil e do mundo

Abacateiro, goiabeira, mangueira, amoreira, pitangueira. Pensar nesse conjunto de árvores frutíferas nos remete diretamente a um ambiente rural em algum lugar no interior do Brasil. Essas cinco espécies e outras 15, porém, estão espalhadas pelas ruas, vielas e avenidas de São Paulo, a maior metrópole da América do Sul.

Isso significa que as quase 12 milhões de pessoas que habitam a capital paulista têm a oportunidade de, ao caminhar pelas ruas, observar a imensidão de uma jaqueira, chupar uma manga caída ou colher amoras.

Desde 2009, o mapa virtual e colaborativo “Inventário das Árvores”cataloga as principais
árvores existentes em São Paulo – frutíferas, exóticas, de tempero, entre outras. As centenas de espécies encontradas certamente são um alento para aqueles que prezam por uma relação mais estreita e saudável com a natureza que nos cerca, mas o levantamento também evidencia que as regiões periféricas da cidade contam com uma presença muito menor dessas árvores.

O mapa, que também chegou à cidades como Brasília e Rio de Janeiro, mostra ainda detalhes sobre a quantidade e a qualidade das frutas, a condição das árvores e o tamanho das copas. O “Inventário”, aliás, aceita novas colaborações. Contribua!

A presença de árvores frutíferas em ambientes urbanos, para muito além de embelezá-los, aumenta a biodiversidade, já que, de acordo com texto de Ricardo Cardim no site Árvores de São Paulo, “atraem pássaros e outros animais de ambientes naturais, ajudando a reequilibrar o meio ambiente urbano através do controle de pragas e o plantio de novas árvores trazidas de suas refeições nas matas”.

Cardim prossegue: “outro aspecto importante é a humanização das cidades. Árvores frutíferas reconectam a população com prazeres simples como colher frutas silvestres no pé e a descoberta de novos sabores, incentivam o uso de espaços públicos e estimulam as crianças a subirem e brincarem em árvores.”

sexta-feira, maio 13

No Japão, já existem mais torres de recarga para carros elétricos do que bombas de gasolina

Existem mais pontos de recarga elétrica para carros do que bombas de gasolina no Japão, segundo relatório divulgado pela Nissan.
Hoje já são mais de 40 mil postos de recarga espalhados pelo país, contra 35 mil estações de combustível fóssil. Esse número ainda não contabiliza os pontos privados e os públicos destinados para recarga rápida.
À medida que a tecnologia cresce, a infraestrutura por detrás dela tem que acompanhar sua demanda e o Japão é um belíssimo exemplo de como esse processo deve ser conduzido. A tendência é que com esse alinhamento os carros elétricos se tornem uma opção cada vez mais viável para a população.
“Um elemento importante para o crescimento contínuo desse mercado é o desenvolvimento de sua infraestrutura”, diz Joseph G. Peter, CFO da Nissan.
A indústria já está reagindo à essas necessidades de infraestrutura. A Tesla, que vale mais do que montadoras 100 vezes maiores, já possui seu próprio sistema de recarga em alta velocidade. A VW e a BMW também estão se movimentado para implementar e ampliar a tecnologia em solo estadunidense.
As notícias reportadas pela Nissan significam um verdadeiro marco, uma vez que já mostra indicadores positivos sobre a implementação de uma nova tecnologia disruptiva.

sexta-feira, abril 29

#VEMPASSARINHAR no Buntantã

Nesse sábado agora (30/04) o Observatório de Aves do Instituto Butatã realizará o 23º #vempassarinhar, uma caminhada mensal, aberta ao público, para observação de aves.
O #vempassarinhar é um projeto de ciência cidadã, onde o público em geral atua diretamente na coleta de informações sobre as aves que habitam diferentes áreas verdes do município de São Paulo. É uma ótima oportunidade de aprendizado para quem quer se iniciar na observação de aves. Após a caminhada acontece um piquenique e, na sequência, o “Papo de Passarinho”: um bate papo sobre natureza com um convidado especial a cada mês.
Horário: 7h da manhã (sábado, 30/04).
Onde: UMAPAZ – Av. Quarto Centenário, 1268, São Paulo/SP
O que levar: Lanche para o pique-nique coletivo
Mais informações: Facebook do evento
Realização: Observatório de Aves – Instituto Butantan, SAVE Brasil e DEPAVE 3
Contato:observatoriodeaves@butantan.gov.br / cidadaocientista@savebrasil.org.br

segunda-feira, março 7

18 Cursos Ambientais Gratuitos no Mês de Março!

A Umapaz (Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz) está com uma programação recheada de cursos no mês da mulher. Separamos alguns deles para você se antecipar e inscrever-se o mais rápido possível. A instituição está localizada no parque Ibirapuera e todas as oficinas oferecidas são gratuitas.
Dia 1:
18h – Palestra: Transformando os conflitos socioambientais dentro dos princípios da Cultura de Paz.
Com 50 vagas disponíveis, o programa busca oferecer um campo de reflexões e partilha de práticas aos profissionais e cidadãos que lidam diariamente com as questões da violência. “Para resolver pacificamente os conflitos, não basta que as pessoas estejam sensibilizadas, é necessário que estejamos preparados para compreender os conflitos, para escutar, com respeito, as razões de cada um, para dialogar e desenvolver o processo de tecelagem de acordos, utilizando formas de comunicação não violenta”, diz o texto do evento. Inscrições aqui.
A palestra será realizada na sede da UMAPAZ, no Parque Ibirapuera. A entrada mais próxima é pela Av. Quarto Centenário, 1268, acesso pelo portão 7A.
Dia 2:
9h ou 14h – Oficina de hortas verticais
Com o intuito de capacitar os participantes e estimular os processos de inclusão social e de cultivo orgânico de alimentos, como hortaliças e temperos, a atividade vai levar os participantes a plantar e lançar as sementes na terra. Descobrir como preparar o solo para receber plantio, aprender como funcionam as manutenções e os sistemas de rega, ver concepções e desenhos de hortas verticais e por fim entender como proteger e desenvolver novas técnicas de cultivo que permitam uma redução no uso de químicos também fazem parte da ação.
A mesma oficina será ministrada em dois parques, duas turmas em cada um deles. No dia 2 de março será no Parque Pinheirinho d’Água:
Turma 1 – 9h às 12h (manhã) ou Turma 2 – 14h às 17h (tarde)
Endereço: Estrada de Taipas s/n – Jaraguá
As inscrições devem ser feitas no telefone: (11) 25073798 ou pelos e-mails: poloeabras@institutomacuco.com.br e poloeapinheirinho@institutomacuco.com.br.
14h às 16h – 40º Curso de cultivo de orquídeas
Serão cinco aulas gratuitas, abordando diversos temas distintos, como preservação da natureza e das orquídeas nas matas brasileiras, aprendizagem de como comprar as plantas de orquidários idôneos, descoberta da classificação e identificação de orquídeas, cuidados de como montar um orquidário em casa ou no apartamento, entre outras.
Para esse curso serão 30 vagas em cada aula, e o participante deve ter no mínimo 18 anos de idade. As inscrições serão realizadas de 15 a 29 de fevereiro, pessoalmente ou diretamente no telefone do núcleo (11) 37217430.
O curso acontece no Parque Previdência nos dias 02, 09, 16, 23 e 30 de março, que está localizado na rua Pedro Peccinini, 88, Jd. Ademar no Auditório do Núcleo de Gestão Descentralizada Centro Oeste.

Dia 3:
9h ou 14h – Oficina de hortas verticais
Mesmo curso ministrado no dia 2, mas neste segundo dia ele acontecerá no parque Benemérito José Brás:
Turma 1 – 9h às 12h (manhã) ou Turma 2 – 14h às 17h (tarde)
Endereço: Rua Piratininga, 365 – Brás
As inscrições devem ser feitas no telefone: (11) 25073798 ou pelos e-mails: poloeabras@institutomacuco.com.br e poloeapinheirinho@institutomacuco.com.br
14h às 17h– Palestra: Jardim de chuva: estratégia paisagística em tempos de crise hídrica
Apresentar os benefícios ecológicos e estéticos desta técnica de retenção, infiltração e tratamento das águas de chuva e fornecer requisitos básicos para a implantação de um jardim em quintais residenciais.
A palestra será realizada na sede da UMAPAZ. As inscrições pode ser feitas aqui a partir de quarta-feira (24).
Dia 4:
14h: Trilha das Nascentes no Parque Alfredo Volpi
O programa Trilhas Urbanas realiza trilhas interpretativas em educação ambiental nos parques municipais de São Paulo. A trilha monitorada é uma caminhada ao longo do parque, com paradas em pontos estratégicos para o desenvolvimento de atividades interativas. Durante a monitoria são tratados aspectos geográficos, históricos, culturais, da fauna, flora e temas socioambientais.
Esta trilha tem como ponto de encontro o parque infantil do local, que está na Av. Eng. Oscar Americano, 480. Mais informações no telefone: (11) 3031-7052.
14h30: Palestra: Implantação das coletas seletivas de resíduos sólidos de acordo com o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS). Vamos conhecer?
Com 40 vagas, o programa compõe a exposição do que é o plano de gestão de resíduos sólidos, uma oficina de montagem de plano de coletas seletivas e outra de composteira doméstica com minhocas. As inscrições podem ser feitas aqui. A palestra acontece da sede da Umapaz.
Dia 6:
9h ou 11h: Oficina de Permacultura no Parque Municipal do Nabuco
Serão realizadas oficinas no dia 6 (domingo) e 17 (quinta-feira)
Horário: das 9h às 11h ou das 11h às 13h (esses horários ocorrerão nos dois dias)
Local: Administração do Parque Municipal do Nabuco – Rua Frederico Albuquerque, 120 – Jardim Itacolomi. Inscrições aqui.
Dia 8:
9h às 12h: Oficina cultivando hortaliça em jardineira
Com 40 vagas, o intuito é conhecer os meios simples do cultivo de hortaliças em pequenos espaços. A oficina será ministrada no Campo Experimental da Escola de Jardinagem, na Escola Municipal de Jardinagem. As inscrições serão abertas a partir do dia 29 de fevereiro aqui.
Dia 9:
8h às 12h: Minicurso – Sustentabilidade no prato: interfaces entre alimentação, saúde e ambiente.
Expor quais são as escolhas conscientes na alimentação é um dos temas que serão debatidos no curso. Também será abordado o sistema agroalimentar moderno e suas características e impactos socioambientais. Está preparado para ampliar sua visão sobre as interfaces entre alimentação, ambiente e saúde? As inscrições estão abertas e devem ser feitas no telefone (11) 25073798 ou pelo e-mail poloeapinheirinho@institutomacuco.com.br.
O curso será realizado no Parque Pinheirinho D’Água, na Rua Amador Aguiar, 701 – Jaraguá.
9h: Palestra: Importância dos morcegos para o meio ambiente e para a saúde pública
A ideia é desmistificar a imagem de que todos os morcegos se alimentam de sangue, com informações sobre a diversidade e a importância destes animais para o meio ambiente. São 50 vagas com seleção por ordem de inscrição. Inscreva-se aqui.
Dia 10:
14h: Trilha das Frutíferas no Parque Aclimação
Esta trilha tem como ponto de encontro a administração do parque, localizado na rua Muniz de Souza, 1.119 – Aclimação. Saiba mais aqui.
Dia 11:
9h: Encontros sobre Agroecologia 2016
A Agroecologia é uma visão sobre a agricultura que propõe um repensar sobre as formas de produção dos alimentos e os impactos ambientais e de saúde gerados para toda a sociedade. Mais do que isso, reforça a importância da aproximação dos consumidores com os produtores, a valorização do trabalhador rural, e a necessidade de revermos nossos hábitos alimentares e as escolhas que fazemos diariamente.
A programação completa e inscrições você confere aqui.
Dia 16:
19h: Mesa Redonda: O que aconteceu na COP 21 e como iremos nos posicionar frente ao acordo e desafios
A COP21 gerou diferentes percepções diante de seus resultados e muitas perguntas. Foi um sucesso? Gerou avanços? Retrocedeu? Ou foi um grande fracasso? Como foi a participação do Brasil? Afinal o que foi a COP21 e quais suas reais repercussões para o Brasil e o mundo? Esta mesa redonda levará pessoas que estiveram na conferencia para debater o tema. Mais informações e inscrições aqui.
Dia 17:
13h30: Palestra/ Trilha: Identificação e cultivo de plantas medicinais
Apresentar informações básicas sobre as plantas medicinais quanto à identificação botânica correta, cuidados nos usos e dicas sobre o cultivo. Na segunda parte, será feita uma caminhada pelo Viveiro Manequinho Lopes para identificar diversas espécies de plantas medicinais. O evento acontece na sede da Umapaz, mais informações e inscrições aqui.
Dia 18:
9h ou 14h: Oficina de Compostagem: Sistema aberto e fechado
A oficina será ministrada das 9h às 12h e das 14h às 17h
Local: Parque Municipal Benemérito José Brás. Rua Piratininga, 365. Brás (ao lado da estação Brás do metrô). São Paulo, SP
Inscrições: pelo e-mail poloeabras@institutomacuco.com.br ou pelo telefone: (011) 2507-3798
Dia 22:
13h30: Palestra: Pragas e doenças
Nesta palestra serão apresentadas aos participantes noções básicas sobre as principais pragas e doenças que ocorrem em jardins e o método de controle utilizado. A oficina será ministrada na sede da Umapaz, mais informações e inscrições aqui ( a partir do dia 14 de março).
Dia 23:
13h: Palestra: Síndromes florais
Com 40 vagas disponíveis, ainda é fornecer subsídios para entender a sua função na natureza; bem como as características e estratégias utilizadas pela flor para atrair os agentes polinizadores. As inscrições serão abertas a partir do dia 15 de março, neste link aqui.

terça-feira, fevereiro 16

Site reúne mais de mil pontos de coleta de óleo usado



A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) lançou o site Óleo Sustentável*, que traz um mapa com 1.100 pontos de coleta de óleo de cozinha usado espalhados por todo o Brasil. A maioria deles, no entanto, está localizado no Estado de São Paulo. 

A ideia da plataforma é que cidadãos de todo o país alimentem o site com novos pontos de coleta, que ainda não estão listados, incentivando a reciclagem do resíduo, que pode ser transformado em sabão, tinta, verniz e biodiesel. 

Para participar, o internauta deve entrar na seção Contato do site e enviar endereço, CEP, cidade e Estado do novo ponto de coleta. 

A plataforma - considerada carro-chefe do programa de conscientização Responsabilidade Pós-Consumo de Óleo Comestível, coordenado pela Abiove - ainda traz informações a respeito do ciclo do óleo e dos impactos de seudescarte incorreto no meio ambiente. Um litro de óleo jogado na pia polui 25 mil litros de água, além de entupir o encanamento e deixar mau cheiro no ralo.